Câncer de mama: prevenção e diagnóstico - Outubro Rosa

 

Queremos te ver sempre bem e com saúde. Por isso, hoje não vamos falar de depilação, mas sim sobre o câncer de mama, uma doença que atinge mulheres e homens e que pode ser grave. Mas, o quanto mais cedo for detectada, maiores são as chances de cura. O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), está atrás apenas do câncer de pele, e corresponde a 29% dos novos casos por ano. Apenas em 2020, a estimativa é de 66.280 novos casos da doença.

Você pode e deve tomar alguns cuidados para prevenir a doença ou fazer o diagnóstico precoce. Listamos alguns desses cuidados, extraídos de fontes como o Ministério da Saúde, INCA - Instituto Nacional do Câncer e Hospital do Câncer de Pernambuco, para te ajudar nessa tarefa. Sua saúde agradece!

CUIDADOS PARA PREVENÇÃO

O câncer de mama de caráter genético/hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da doença. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos outros fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles que podem ser mudados com a adoção de hábitos saudáveis:

 

Praticar exercícios físicos: a prática regular de exercícios físicos ajuda a prevenir diversas doenças. Manter o corpo saudável contribui para o fortalecimento dos sistemas de defesa internos e também ajuda a diminuir o risco de câncer de mama, pois promove a redução da gordura corporal. A atividade física de intensidade vigorosa (nadar, correr, ciclismo, etc.) demonstrou um provável efeito protetor no risco da doença. O ideal são 150 minutos de atividades físicas moderadas ou 75 minutos de atividades vigorosas divididas pelos dias da semana.

 

Controlar o peso: Manter o peso corporal adequado é uma das principais formas de prevenir o câncer. O peso corporal e a gordura armazenada no corpo influenciam a saúde e o bem-estar ao longo da vida. Sobrepeso, obesidade e o ganho de peso na fase adulta estão associados a cânceres no esôfago (adenocarcinoma), estômago (cárdia), pâncreas, vesícula biliar, fígado, intestino (cólon e reto), rins, mama (mulheres na pós-menopausa), ovário, endométrio (corpo do útero), tireoide, mieloma múltiplo e possivelmente próstata (avançado), mama (homens) e linfoma difuso de grandes células B.

 

Controlar a ingestão de hormônios:  é recomendado evitar uso de hormônios sintéticos, como anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal. O uso prolongado de contraceptivos orais é considerado um fator de risco pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Não Fumar e não consumir bebida alcoólica em excesso: o hábito de fumar e ingestão de bebidas alcoólicas são fatores externos que podem contribuir para o surgimento de doenças, que incluem o câncer de mama. O tabagismo é um fator que vem sendo estudado ao longo dos anos e há evidências de que ele aumenta o risco desse tipo de câncer. Desse modo, é importante não fumar e evitar o tabagismo passivo.

 

DIAGNÓSTICO PRECOCE

O diagnóstico do câncer de mama nas fases iniciais aumenta a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com taxas de sucesso satisfatórias, ajudando a diminuir a mortalidade.

 

Auto exame das mamas: Consiste em realizar a auto palpação/observação das mamas prestando atenção se há alterações nos seios como: mudança na posição ou formato do mamilo, vermelhidão, retração ou aparência de casca de laranja na pele do seio, saída espontânea de líquido pelo mamilo e caroços no pescoço ou axilas. É fundamental para a detecção precoce da doença que o autoexame – exame de toque das mamas – seja feito todos os meses, sempre no quinto dia após a menstruação. Reparando qualquer desses sinais, procurar um médico.

 

Mamografia: é um exame de raio X feito no aparelho chamado mamógrafo que permite descobrir o câncer quando o tumor ainda é bem pequeno. A mamografia de rastreamento é indicada para mulheres sem sinais e sintomas da doença e deve ser feita pelo menos a cada dois anos em mulheres acima de 50 anos. Para mulheres com casos anteriores na família recomenda-se mamografia a partir dos 40 anos.

 

Consulta com especialista: o médico especialista em mamas é o mastologista. Ele deve ser consultado regularmente e em caso de qualquer sintoma detectado no auto exame ou pela mamografia. Mesmo as unidades básicas de saúde.

 

 

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